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Manutenção de Hidrovias

A manutenção da malha hidroviária tem se constituído em uma das mais relevantes ações da Diretoria de Infra-Estrutura Aquaviária. Os recursos aplicados na manutenção da infra-estrutura hidroviária passaram de menos de R$ 15 milhões anuais, para o patamar de R$ 31,5 milhões, em 2001, com proposta de R$ 35 milhões para 2002. Esses recursos estão distribuídos adequadamente em oito Administrações Hidroviárias e destinam-se às atividades de manutenção por dragagem, de sinalização fixa e do balizamento flutuante, de limpeza e destacamento, além dos custeios administrativo e operacional. Demandas recentes na área de meio ambiente têm consumido parcela substancial dos recursos disponíveis, mais em função do passivo ambiental existente nas bacias hidrográficas brasileiras do que na sustentabilidade da navegação interior.

Manutenção de equipamentos

Algumas Administrações Hidroviárias dispõem de equipamentos específicos para o desempenho de suas atividades, tais como: dragas, embarcações destocadoras, rebocadores, embarcações para pesquisa e embarcações de transporte de equipes de fiscalização. A manutenção do diversificado e específico parque de equipamentos é uma exigência constante, assim como a sua reposição.

 

Manutenção de sistemas de informações e atualização de banco de dados hidroviários interiores

 

O monitoramento do tráfego hidroviário interior brasileiro responderá ao planejamento e desenvolvimento da malha hidroviária interior federal. Uma série de dados de interesse da navegação fluvial ou dos implementadores de infra-estrutura hidroviária continuarão a ser coletados e disponibilizados para a sociedade.

O desmatamento indiscriminado das bacias hidrográficas brasileiras, aliado à devastação das matas ciliares, tem sido responsável pelo grande número de carreamento de detritos, sobretudo areia e argila, para os álveos (leito de curso de água). A manutenção da navegação exige a restauração das matas ciliares e redução do desbarrancamento das margens por intermédio da construção de guias corrente, do plantio da vegetação nativa, dentre outras medidas.

A construção de guias corrente se torna imperiosa para restabelecer a capacidade de transporte de sólidos em rios cujas margens já estão distantes uma da outra com solapamento das margens e espraiamento dos álveos.

 

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